domingo, 29 de abril de 2012

Vombati


Os vombates (vombatidae) são família de marsupiais originários da Austrália. São quadrúpedes atarracados, com aproximadamente 1 metro de comprimento, com uma cauda curta e grossa. São adaptados em sua tolerância de habitat, são encontrados em áreas florestais, montanhosas e em charnecas do Sul da Austrália, incluindo a Tasmânia, bem como uma faixa isolada de cerca de 300 hectares no Parque Nacional da Floresta de Epping[1] localizado no centro do estado deQueensland.



garras. Uma adaptação distinta dos vombates em relação aos outros marsupiais incisivos semelhantes aos dos roedores e com suas poderosas é o fato da abertura da sua bolsa ser virada para trás, assim, não há o problema de cair terra sobre o filhote enquanto a fêmea escava. Apesar de seus hábitos crepusculares e noturnos, os vombates também se aventuram em dias nublados ou frios. Dificilmente são vistos, mas deixam ampla evidência de sua passagem ao passar em cercas, além de seus cubinhos de fezes característicos.
Os vombates são herbívoros; sua dieta consiste principalmente em gramíneasciperáceaservas,cascas de árvores e raízes. Seus dentes incisivos se parecem com os dos roedores placentários (ratos, camundongostoupeiras, etc.), sendo adaptados para roer vegetação resistente. Tal como vários outros herbívoros mamíferos, eles têm um grande diastema entre osincisivos e os pré-molares, que são relativamente simples.
A coloração dos vombates pode variar da cor-de-areia ao marrom, ou do cinza ao preto. Todas as três espécies conhecidas de vombate medem cerca de 1 metro e pesam entre 20 e 35 kg.
Os vombates fêmeas dão à luz a um único filhote na primavera, após o período de gestação, que, como todo marsupial, pode variar. No caso do vombate: 20-21 dias. [2][3] Eles tem uma bolsa marsupial bem desenvolvida, que o filhote abandona após cerca de 6-7 meses. Os vombates são desmamados após 15 meses e chegam à maturação sexual aos 18 meses de idade.[4]

[editar]Ecologia e Comportamento






Os vombates têm um metabolismo extraordinariamente baixo, levando aproximadamente de 8 a 14 dias para completar a digestão, o que os ajuda a sobreviver em condições áridas.[4] Geralmente, eles se movimentam lentamente [carece de fontes] Quando ameaçados, porém, podem chegar a 40 km/h e manter esta velocidade por mais de 90 segundos.[5] Os vombates são territoriais, defendem o território que circunda a sua toca, e reagem agressivamente contra intrusos. OVombatus ursinus ocupa um alcance de até 23 ha, enquanto as espécies de nariz peludo têm escalas bem menores, de não mais de 4 ha.[4]
Os predadores do vombate são o dingo e o diabo-da-tasmânia. O principal meio de defesa do vombate é a sua traseira encouraçada, com a maior parte doposterior constituído por cartilagem. Isto, combinado com sua cauda minúscula, torna difícil para qualquer predador que persegue o vombate no seu túnel de morder e ferir o seu alvo. Quando atacado, o vombate se entoca em algum túnel nas proximidades, usando a sua garupa para bloquear a um atacante que o persegue.[6] O vombate permite que o invasor enfie a cabeça sobre as suas costas e depois usa suas pernas poderosas para esmagar o crânio do predador contra o teto do túnel ou para golpeá-lo com coices.
Quando um humano se confronta acidentalmente com um vombate, o melhor a fazer é escalar uma árvore e esperar que o animal se acalme e vá embora. Os humanos podem ser perfurados pelas garras do vombate, bem como levar mordidas. Um vombate assustado pode trombar com um humano e lançá-lo ao chão[7], com o risco de ficar com ossos quebrados por causa da queda. Certa vez, o naturalista Harry Frauca recebeu uma mordida de 2 cm de profundidade na carne da sua perna, apesar de suas botas de borracha, calças e meias grossas de lã (Underhill, 1993). Um jornal britânico, The Independent, informou que em 06 de abril de 2010 um homem de 59 anos foi atacado por um vombate (supõe-se estar irritado por sarna) no estado rural de VictoriaAustrália, causando um número de cortes e mordidas que requereram tratamento em hospital.[8]

[editar]Conservação

O impacto humano sobre a população de vombate está em um nível crítico. Os vombates estão sofrendo duma doença chamada sarna sarcóptica que foi introduzida na Austrália através de atividades humanas. O ácaro que causa a sarna provoca ferimentos na pele que se tornam em miíases (bicheiras) e sépticos. Isto leva a uma morte longa, lenta e dolorosa para os vombates. Além disso, eles também estão sendo afetadas por uma doença pulmonar fúngica para a qual ainda não há nenhuma cura. Atualmente, os vombates estão sendo afetados por doenças e vírus trazidos por atividades agrícolas. Incidentes com CoccidiasinaClostridium perfringens e tétano, entre outros, são evidentes nos vombates. Algumas pessoas acreditam que a propagação da sarna está tão avançada que somente populações isoladas e as que vivem em santuários irão sobreviver a longo prazo.
Só muito recentemente é que os veterinários começaram a receber treinamento para lidar com a saúde de animais nativos. Estudos comportamentais sobre os vombates são poucos e limitados no seu âmbito. Como resultado, os vombates são mal compreendidos e aqueles que tentam erguer e reabilitar vombates feridos e órfãos têm dificuldades em dar-lhes a atenção médica adequada e em ajudar os outros a entender as melhores formas de conviver com esses animais.[9]
A destruição do habitat também tem tido um grande impacto sobre os números de vombates. As fontes de água e áreas de pastagem vêm sendo limitadas em fazendas, foçando os vombates a viver em pequenas faixas de terra. Apesar da Austrália ser um país de grandes proporções, há poucas áreas onde os vombates possam viver sem perturbações. Eles estão confinados numa pequena secção da costa leste da Austrália. A menos que sejam totalmente protegidos, a sua distribuição limitada irá se reduzir ainda mais. Isto já é evidente com oLasiorhinus krefftii, cujo número de espécimes está tão baixo que a espécie está gravemente ameaçada e sem a intervenção humana será extinta.[9]
Esforços estão sendo feitos para a recuperação das espécies. A Xstrata, uma empresa de mineração da Suíça, já patrocinou um projeto de reintrodução,[10] que consiste em transladar um número de vombates para formar uma nova colônia do Parque Nacional da Floresta de Epping para Yarran Downs.[11]
Muitos parques, zoológicos e outras instituições turísticas em toda a Austrália têm vombates em exposição pública, e eles são bastante populares. Eles podem ser desajeitadamente domados num ambiente de cativeiro, e até mesmo persuadidos a se deixar ser acariciados e segurados, com a possibilidade de tornarem-se bastante amigáveis.
No entanto, sua falta de medo significa que eles podem exibir atos de agressão quando provocados ou se, simplesmente, estão de mau humor. Com seu peso considerável, um vombate selvagem pode esbarrar numa pessoa adulta de tamanho médio sendo capaz de derrubá-la no chão, e seus dentes afiados e fortes garras podem infligir severos ferimentos. Os vombates são coletores noturnos de ampla abrangência e têm forte instinto para cavar. Estas características, dentre outros possíveis perigos aos humanos, fazem deles animais inadequados para estimação.
Diferentemente dos outros marsupiais australianos, os vombates têm um cérebro relativamente grande. Isto, combinado com fortes instintos após a maturidade, permitem que um vombate criado cativo possa ser liberado mais facilmente à natureza.

[editar]Nome

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Leão


leão (do latim leone)[1][2] (Panthera leo) é um dos quatro grandes felinos no gêneroPanthera, membro da família Felidae. Com alguns machos excedendo 250 kg em peso, ele é o segundo maior felino vivo depois do tigre. Leões selvagens existem atualmente na África Subsaariana e na Ásia com uma população remanescente em perigo crítico, na Floresta de Gir na Índia, tendo desaparecido da África do Norte e do Sudoeste Asiático em tempos históricos. Até o Pleistoceno tardio, há cerca de 10 000 anos, o leão era o mais difundido grande mamífero terrestre depois dos humanos. Eles eram encontrados na maior parte daÁfrica, muito da Eurásia, da Europa Ocidental à índia, e na América do Yukon ao Peru.
Leões vivem por volta de 10-14 anos na natureza, enquanto em cativeiro eles podem viver mais de vinte anos. Na natureza, machos raras vezes vivem mais do que dez anos, visto que ferimentos sofridos em combate contínuo com machos rivais reduzem sua longevidade. Originalmente era encontrado na EuropaÁsia e África. Tais felinos possuem coloração variável, entre o amarelo-claro e o marrom-escuro, com as partes inferiores do corpo mais claras, ponta da cauda com um tufo de pêlos negros e machos com uma longa juba. Há ainda uma variedade genética de leões brancos, que apresentam dificuldades de sobrevivência por se destacarem nas savanas ou selvas, logo, tendo imensas dificuldades decaça. São exclusivos da reserva de Timbavati, localizada no Parque Nacional Kruger, naÁfrica do Sul.
Os leões estão muito concentrados atualmente nas savanas reservadas, onde caçam principalmente grandes mamíferos, como antílopeszebrasjavalis; um grupo abate umbúfalo-africano entretanto, se o bando estiver faminto pode abater um elefante jovem, desde que esteja só. Também é frequente o confronto com hienas, estando estas em bandos ou não, por disputa de território e carcaças.
O leão é apelidado de o "rei dos animais" por se encontrar - em condições naturais e normais - no topo da cadeia alimentar dos animais que habitam em terra seca. São felinos muito sociáveis: um grupo pode possuir até quarenta indivíduos, composto na maioria por fêmeas.


quinta-feira, 12 de abril de 2012

aguia cizenta

águia-cinzenta (Harpyhaliaetus coronatus) é uma águia campestre que ocorre da Argentina àBolívia e geralmente no Brasil central. Tal espécie chega a medir até 66 cm de comprimento, com coloração cinzenta-escura, partes inferiores mais claras, topete nucal proeminente e cauda escura com uma faixa transversal branca. É uma espécie ameaçada de extinção.
Esta espécie é encontrada normalmente na Serra da Canastra. Ultimamente ela tem sido vista nas zonas rurais de Uberaba,Uberlândia,Sacramento, Tapira, Araxá, Patrocínio, Água Comprida eConceição das Alagoas. Há registros para o Pantanal da Nhecolândia, no Mato Grosso do Sul e também no Parque Nacional das Emas em Goiás.



Características: É uma águia de grande coloração cinza clara, com característico topete nucal, asas largas 54,5 cm; cauda 30,0 cm; bico 4,5 cm; tarso 13,0 cm, penas longas e dedos curtos.
Habita áreas abertas. Sobrevoa veredas e matas ciliares do cerrado. Pousa no alto de buritis, onde emite uma fina voz de alarme. Cinzenta-escura quase uniformes, um pouco mais claras nas partes inferiores, cauda com ponta e uma faixa transversal branca. Fora do período reprodutivo vive solitariamente. Alimenta-se de pequenos animais, como ratos e tatus.
Hábitos: É um gavião de grande porte. Costuma ficar à espreita em um galho no alto das árvores. Sobrevoa veredas e matas ciliares. Seu ninho é construído com galhos secos na borda de veredas

Peso: 2.950 g

segunda-feira, 26 de março de 2012

peixe espada


Um peixe pacífico e muito bonito!

 Características.

O peixe Espada é muito conhecido por sua cauda longa e pontiaguda além da sua coloração vermelha. Quase todo mundo já viu ou criou uma deles. Em grego o nome Xiphophorus, significa portador de espadas. Porém, este nome não se deve, como muitos acreditam, à cauda do macho, que possui um prolongamento inferior com a forma de uma espada, mas sim, ao formato do gonopódio, seu órgão copulador, que é sustentado por uma dobra de pele em forma de bainha.

Esta espécie, a Xiphophorus Helleri, originária da América Central, tem comportamento pacífico, porém dependendo do seu habitat, os machos podem se tornar agressivos. Eles vivem em temperaturas em torno de 20º e nunca devem ser mantidos em temperaturas abaixo de 25º pois podem adoecer e se alimentar pouco.

Para cada macho deve haver três fêmeas. Eles adoram correr atrás delas e "dar uma namoradinha " e com isso as fêmeas acabam se estressando. O macho difere da fêmea por ter um raio inferior na cauda, que lembra a lâmina de uma espada, já a fêmea de coloração menos intensa tem a cauda em forma de leque e é maior do que o macho. No cativeiro o macho pode atingir 8 cm e a fêmea 10 cm.

A alimentação do peixe espada não é muito exigente. Basta uma boa ração. Pode viver de 2 a 3 anos. É bom
que se mantenha o aquário tampado, pois o Espada é um excelente saltador.

 REPRODUÇÃO.

O Espada é vivíparo, ou seja, se reproduz através de fecundação interna (cópula). Os alevinos (filhotes) já nascem com a forma adulta, só que menores. A reprodução em aquários, permitiu se obter uma variedade bastante diversificada tais como: Espada Negro, o vermelho sangue, o Albino, o Wagtail (de nadadeiras pretas), o Tuxedo (com manchas negras por todo o corpo) e vários outros tipos, que além da diversificação da cor, possuem a cauda em forma de lira ou véu.

É fácil saber quando a fêmea engravidou, pois quando isto ocorre, ela apresenta uma grande mancha negra na base do oviduto. Também um pouco antes de nascerem pode-se ver os olhos dos alevinos através da fina parede abdominal. A fêmea depois de grávida, dará cria em 40 dias, em torno de 50 a 100 alevinos. Apos o parto, os filhotes irão se refugiar para escaparem de serem devorados pelos pais.

 CURIOSIDADES.

Alguns aquaristas e cientistas, já observaram o fenômeno da mudança de sexo na fêmea do Espada. Certas fêmeas, depois de algum tempo de vida, quando os ovários param de funcionar, têm a nadadeira anal transformada em gonopódio, ou seja, a cauda começa a se desenvolver na famosa espada masculina. No entanto esta teoria é rejeitada por alguns estudiosos, visto que o macho leva muito tempo para atingir a maturidade e desenvolver as características sexuais secundárias. Neste período antes do desenvolvimento o macho tem o corpo roliço como as fêmeas adultas, resultando para este grupo de estudiosos essa teoria enganosa de "mudança de sexo".

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Tigre Siberiano




Tigre Siberiano
Nome Científico: Panthera Tigris
Nome: Tigre ( macho ); Tigresa ( fêmea )
Tempo de vida: 20 anos.
Classificação científica
Os tigres pertencem à classe Mammália, ordem Carnívora. São da família do gato, ordem Felidae, e do gênero Panthera. Todos os tigres são da mesma espécie, Panthera Tigris.
Período de gestação: 98 a 109 dias.
Onde vivem
Ásia: Fronteira da Manchúria e Sibéria às Ilhas de Borneu e Sumatra,China, Índia, Irã, Coréia do Sul, Coréia do Norte, Nepal, Bangladesh, e na Indonésia.
Habitat
Floretas úmidas, bosques e estepes geladas.
O tigre é o maior dos felinos, e encontrado somente na Ásia. Os tigres podem viver em quase todos os climas. Necessitam de sombra, água e presas.
Destruidor e agressivo, o tigre pode ser considerado o mais ameaçador dos felídeos.
É também um animal extremamente ágil e flexível, tornando-se um caçador voraz e perigoso. Seus movimentos são rápidos e suaves, o que faz com que a presa só perceba sua presença quando é tarde demais. Silencioso, ele se esgueira oculto pela vegetação até as proximidades de lagos e rios, onde fica aguardando a caça. Em geral o tigre ataca qualquer mamífero, evitando os mais robustos, como os elefantes. Entretanto, suas vítimas prediletas são os javalis, cervos e antílopes. Dizem que, com fome, ele ataca qualquer animal que caminhe ou voe.
Como o Tigre Caça: Os tigres preferem prezas grandes, como o veado, o antílope, bois e porcos (os bois não são tipicamente um prato favorito do caso dos tigres da Sibéria, pois, os tigres temem e respeitam o território do homem, então vilarejos e pequenas comunidades não são sofrem ataques de tigres, mas há moradores destes vilarejos que dizem terem visto tigres feridos, vagando pelos vilarejos da Sibéria).
Alguns tigres caçam filhotes de elefantes, Também comem aves, símios, tartarugas e sapos. Os tigres gostam especialmente de porcos-espinhos, mas os espinhos destes as vezes cravam-se no corpo do tigre, causando ferimentos dolorosos.
O tigre geralmente caça a noite andando no rastro de animais ao longo dos leitos dos rios. Um tigre depende de usar seus olhos penetrantes e de seus ouvidos aguçados, mas também pode em usar seu olfato.Os dentes do tigre são bem apropriados, tanto para segurar a presa como para arrancar pedaços de carne.
Os tigres são extremamente velozes em distâncias curtas e podem saltar até 9m. Mas se o tigre não consegue apanhar logo a sua presa, geralmente desiste porque se cansa rapidamente. Pode passar até uma semana sem caça bem-sucedida. Depois de matar um animal, o arrasta para um local bem encoberto, prefere próximo à água.
Os músculos do pescoço, espáduas e pernas dianteiras do tigre são muito robustas. Um tigre pode arrastar o corpo de um búfalo-d'água de mais de 200kg por quase 0,5km. Os tigres são bons nadadores e podem nadar nos rios ou de uma ilha à outra à procura de uma presa. Nos dias quentes, gostam de refrescar-se na água, podem subir em árvores facilmente, mas não o fazem em geral.
Tamanho
O macho chega a medir 2 metros de comprimento (sem a cauda). A fêmea, não costuma ultrapassar de 1,7 metro, o macho pesa em média 190 quilos (podendo chegar até 300 quilos) e a fêmea
Pesa cerca de 150 quilos.
Pelagem
Sua pelagem do amarelo acastanhado ao laranja-avermelhado, com listras pretas que variam muito de comprimento, largura e espaçamento. A pelagem da garganta, barriga e parte é esbranquiçada. Muitos tigres tem um colar ao redor da cabeça, mas esses pelos não são tão longos quanto a juba do leão.
Os tigres da Manchúria, onde inverno é muito frio, tem a pelagem longa e felpuda. O tigre difere do leão pelas listras e pela pelagem mais colorida. Mas as duas espécies tem o corpo parecidos. Tigres e leões tem-se acasalado nos jardins zoológicos, tendo grande êxito nos Estados Unidos, a cria é um belo animal, sendo o macho com uma pequena juba pelagem acastanhada para o alaranjado e poucas listras a fêmea difere por não ter a pequena juba. A pelagem listrada ajuda o tigre a desenvolver uma espécie de invisibilidade, que ajuda muito na caça.
A maior subespécie
O Tigre Siberiano, bateu o recorde de tamanho entre os felídeos. Foi encontrado um animal com 2,6 metros de comprimento e pesava 320 quilos, maior que qualquer leão já visto.
O Tigre é um animal solitário
Raramente é visto em companhia de outro tigre, somente no caso da fêmea estar no cio, o tigre macho se torna um grande companheiro da fêmea, só não garante fidelidade a ela, pois o tigre macho, cumpre a risca as suas leis territoriais, assim fazendo todas as fêmeas de seu território suas companheiras, já a tigresa e seus filhotes ficam mais ou menos um ano e meio, neste espaço de tempo a mãe dedicada cuida de sua cria, o alimenta, ensina a caçar e até toma iniciativa em suas brincadeiras, ao contrario do que afirmam alguns estudiosos.
Atualmente
O Tigre Siberiano está em forte extinção, a caça ao tigre diminuiu em 40%, mas não é o bastante, para este animal, que habitava desde o leste Russo até a Coréia do Sul ( pegando boa parte da China ), hoje em dia ele habita somente uma pequena parcela de terra na Sibéria, e corre muitos riscos, em sua reserva na Sibéria, passa uma longa estrada bem no meio, causando a morte de muitos tigres que por descuido ou até ousadia passam por ali. A caça ao tigre está ligada ao seu pelo, dentes e principalmente ao seu esqueleto, que é muito usado no Japão para fins medicinais ( mais ou menos como a cartilagem de tubarão ).
Fonte: www.geocities.com
REPRODUÇÃO
Sua gestação varia varia de 103 a 105 dias e nascem de 2 a 3 filhotes.
DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA
Sudoeste da Rússia até a Coréia

Nome Popular: Tigre Siberiano
Família: Felidae
Gênero: Panthera
Tamanho/Peso: O macho pesa quase 200 kg e tem cerca de 2,7 m de comprimento. Já a fêmea pesa cerca de 135 kg e tem quase 2,5 de comprimento.
Alimentação: Preferem presas grandes como o veado, o antílope, bois e porcos selvagens. Alguns atacam filhotes de elefantes. Também comem pequenas presas como aves, símios, tartarugas e sapos.
Habitat: São encontrados principalmente em Bangladesh, Índia, Nepal e sudeste da Ásia, inclusive Sumatra; também uns poucos na China, Irã, Java, Coréia e ao longo da fronteira entre a Sibéria e a Manchúria.
Curiosidades: Podem saltar até 9 m e comer até 25 kg de carne numa noite. Podem nadar em rios e de uma ilha à outra por causa de uma presa. Seus hábitos de caça são diurnos e sua temida presença é anunciada, com gritos de alarme, pela gralhas, pavões e macacos nas copas das árvores.
Reprodução: Tem um período de gestação de 98 a 109 dias e cria de 1 a 6 filhotes duas vezes na vida.
Fonte: www.betocarrero.com.br
Tigre Siberiano
O Tigre Siberiano (Panthera tigris altaica) é a subespécie de tigre mais setentrional e uma das 5 subespécies de tigre ainda existentes hoje em dia. O siberiano é o maior das espécies de tigres. Sua densa pelagem permite que ele enfrente o intenso frio da região em que vive. Excelente caçador, muitas vezes consegue aproximar-se de suas vítimas sem que elas percebam.
Foi, porém, amplamente caçado devido à sua maravilhosa pelagem. Restam hoje apenas 200 animais vivendo em liberdade, que vêm sendo preservados em áreas epeciais.
Fonte: portalbururu.sites.uol.com.br
CARACTERÍSTICAS
De todos os felinos existentes na natureza, o Tigre Siberiano é o maior de todos. Os machos podem chegar a pesar mais de 300 quilos. Na natureza o maior Tigre Siberiano já encontrado pesava 386 quilos, enquanto que o maior em cativeiro pesava 423 quilos. Em relação às outras subespécies de tigre, têm um pelagem mais grossa e mais clara, devido ao clima frio do lugar aonde vive, aonde os invernos são rigorosos e com neve.
Seu habitat consiste de florestas de carvalhos e coníferas, e suas presas são alces, javalis, renas e cervos.
RELAÇÃO COM OS HUMANOS
O tigre é muito respeitado pelos povos nativos da região, tal como no resto da Ásia. O povo Udege refere-se ao tigre como o Amba(grande soberano). Também o consideram o protetor da planta médica, ginseng. E ataques entre tigres siberianos e seres humanos, apesar da proximidade, são raros, sendo a maioria deles causada quando um tigre é surpreendido e sentindo-se ameaçado.
SITUAÇÃO ATUAL
Até o começo do século XX os tigres siberianos viviam espelhados pela Manchúria (região nordeste da China), sudeste da Sibéria, Coréia e nordeste da Mongólia. Em 1905 foram encontrados tigres na região do rio Aldan, a 60 graus de latitude de norte, mesma latitude de cidades como São Petersburgo, Oslo, Uppsala e Estocolmo. Também foram vistos tigres cruzando no inverno o estreito da Tartária, chegando até a ilha Sakhalina. Porém tal situação começou a mudar na primeira década do século XX, quando passou a ser brutalmente caçado em meio a construção das ferrovias Transiberiana e Transmachuriana, e nos anos 1920 foram extintos da Coréia do Sul. Como resultado seus números foram reduzidos a não mais do que 30 indíviduos na época da Segunda Guerra Mundial. Em 1947 passaram a ser protegidos por lei pelo governo soviético e os tigres recuperaram parte de seu número original.
Eis que no dia 25 de dezembro de 1991 a União Soviética, após uma longa crise política, deixou de existir e a fiscalização das fronteiras ficou muito enfraquecida. Como resultado muitos caçadores vindos de países vizinhos tais como China, Coréia do Sul e Japão atravessaram as fronteiras e os números dos tigres foram reduzidos para 200 em 1994.
Porém com o esforços conservacionistas e de patrulhas anti-caça, seus números subiram para entre 300 a 400 em 2004. Atualmente se encontram restritos à região dos montes Sikhote Alin, no sudeste da Sibéria, perto das fronteiras com a China e a Coréia do Norte.
As grandes ameaças que pairam para com os tigres siberianos hoje em dia são o comércio de órgãos na medicina chinesa e a destruição de seu habitat. A Sibéria concentra grandes áreas de florestas e isso é um grande atrativo para empresas madeireiras.
Fonte: pt.wikipedia.org